Rio de Janeiro, Xerox do Brasil, 1983. — p.95.
Apresentando este pioneiro estudo dos fatos de linguagem de um povo que vive numa pequena aldeia às margens do Rio Araguaia, no coração da Amazônia, consignamos o trabalho abnegado de todos quantos tornaram viável esta Gramática Tapirapé. Aqui registramos também, agradecimento especial ao padre Oscar Beozzo que a nosso convite, procedeu às revisões, respeitando todos os sinais, consoantes e vogais, conforme aparecem nos originais.